Política de privacidade
Atualizado em 14 de outubro de 2026
Esta política explica quais dados o Primeiro Caso usa, para quê e com quem compartilha, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018). O controlador dos dados é Henrique Caleffi.
Quem publica um caso
- O que coletamos: área do problema, título, relato, respostas às perguntas da área, cidade e estado, se já tem advogado, nome, WhatsApp e e-mail.
- Para quê: levar o seu relato a advogados com OAB verificada para que possam te chamar. A base legal é o seu consentimento, dado ao publicar.
- Quem vê o relato: só advogados com a inscrição na OAB conferida no Cadastro Nacional dos Advogados. Antes de ir para o mural, o sistema tira do texto e-mail, CPF e telefone, e a nossa equipe lê o relato.
- Quem vê seu nome e contato: só os advogados que assumirem o caso, no máximo 3. Ninguém mais.
- Sem conta: você acompanha pelo link com o protocolo. O link tem um código secreto: não compartilhe.
- Novidades por e-mail: só se você marcar essa opção ao publicar, separada da autorização do caso. A base legal é o seu consentimento. Dá para sair quando quiser, pelo link no próprio e-mail ou pedindo pelo nosso contato.
Advogados
- O que coletamos: nome, e-mail, número da OAB e seccional, cidade, WhatsApp, plano, casos assumidos e pagamentos.
- Para quê: conferir a OAB, dar acesso ao mural, controlar créditos e cobrar a assinatura. A base legal é a execução do contrato.
- CPF ou CNPJ: vai direto para o Asaas, que emite a cobrança. Não fica guardado no Primeiro Caso.
- Quem vê: o cliente de um caso que você assumiu vê seu nome, OAB e WhatsApp. O embaixador que te indicou vê seu nome, OAB e a situação do cadastro e da assinatura.
Embaixadores
- O que coletamos: nome, e-mail, WhatsApp, onde você fala com advogados e a chave Pix para receber.
- Vitrine: foto, nome e escritório só aparecem na página de embaixadores com a sua autorização.
Visitas ao site
- Medição: se você aceitar no aviso de cookies, o Google Analytics conta as visitas, de onde elas vieram e em que etapa do formulário a pessoa parou, e o Pixel da Meta (Facebook e Instagram) conta quem chegou por um anúncio e publicou o caso. O relato, o nome e o contato não vão para o Google nem para a Meta, e a área do caso não vai para a Meta. A base legal é o seu consentimento.
- Se recusar: nada é medido e o site funciona do mesmo jeito.
Com quem compartilhamos
- Supabase: guarda o banco de dados, em servidores em São Paulo.
- Vercel: hospeda o site.
- Asaas: processa os pagamentos de advogados.
- Resend: envia os e-mails do site (código de login e, para quem aceitou, as novidades).
- Cloudflare: confere que quem publica um caso não é um robô.
- Google: mede as visitas ao site (Google Analytics), só para quem aceitou os cookies.
- Meta (Facebook e Instagram): mede os resultados dos nossos anúncios (Pixel da Meta), só para quem aceitou os cookies.
Não vendemos dados. O navegador guarda a sua sessão de login, preferências como o tema escuro e a sua escolha sobre os cookies de medição.
Por quanto tempo
Guardamos os dados enquanto forem necessários para a finalidade acima ou até você pedir a exclusão. Registros de pagamento podem ser mantidos pelo prazo que a lei fiscal exigir.
Seus direitos
Você pode pedir para confirmar se temos seus dados, ver, corrigir, apagar ou revogar o consentimento a qualquer momento: fale com a gente pelo direct do Instagram @primeirocaso.br ou pelo e-mail contato@primeirocaso.com.br. Para quem publicou um caso, informe o protocolo. Ao apagar, tiramos nome, contato e o texto do caso; ficam só números sem identificação, para as estatísticas.
Segurança
O acesso aos dados é controlado por regras no próprio banco: cada pessoa só consegue ler o que esta política permite. As conexões são criptografadas.
Veja também quem somos, os termos de uso e a política de privacidade.